Já está fora de consenso, há muito tempo, na ciência médica, a idéia de que a vacinação em massa seja necessariamente um benefício. Sabe-se dos riscos desse procedimento, no âmbito individual, em que se reduz a capacidade de imunidade do organismo humano, além, é claro, da possibilidade de gerar mutações sobre os virus, possibilitando assim que esses serezinhos tornem-se mais poderosos do que já são.
Fora do propósito clínico, ou da saúde pública, verificou-se nos últimos meses um alarmismo, típico de ano de campanha eleitoral, com relação a um possível descontrole da febre amarela no país. Editores de jornais mais uma vez deram espaço a textos escritos por colunistas ignorantes de seus temas em prol de estabelecer uma imagem de caos e de gerar medo na população. O custo disso está nos cofres públicos, obrigados a cobrir a despesa do excesso de vacinas a serem tomadas desnecessariamente; nos cidadãos que, levados pelo medo à vacinação, expuseram sua saúde a riscos desnecessários; etc.
A respeito desse tema, endereço abaixo duas boas matérias.
Publicada pela Fapesp, em que até se comenta a respeito de um pessoa com suspeita de febre amarela vacinal (transmitida pela vacina):
http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?data[id_materia_boletim]=8361
Esse aqui, do médico Pedro Saraiva, comenta a respeito do interesse político no alarmismo, publica as estatísticas dos casos de febre amarela nos últimos anos e demonstra a mentira que há por trás da imagem de que "a febre amarela aumentou no Brasil":
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/alerta-amarelo-medico-levanta-hipotese-de-que-vacinacao-pode-produzir-super-virus/
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
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